terça-feira, 22 de maio de 2007

Egocentrismo, conformismo, coação e cooperação intelectuais .


Esse texto abaixo foi construído para o Proa 3 - Módulo II -postado no dia 01 Novembro 2006 no meu blog do curso. Senti a necessidade de postar novamente aqui neste espaço.
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Egocentrismo, conformismo, coação e cooperação intelectuais .
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Refletindo sobre o equilíbrio nas relações interindividuais, aproveitamos os ensinamentos Paulo Freire, onde ele diz que ensinar através da pedagogia da pergunta, da pedagogia da curiosidade é conduzir o aluno a uma consciência de si mesmo e do meio em que ele faz parte.O contato com diferentes espaços de vivências possibilita aos alunos construírem referências espaciais, bem como referências culturais. Reivindicar, construir, preservar e defender esses espaços, constitui o exercício do diálogo entre a escrita e a leitura de mundo. Exercitando o diálogo colaborativo é uma forma de se reconhecer como cidadão e construtor de um mundo mais fraterno.
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Sendo assim trabalhar em cooperação é uma responsabilidade muito grande por parte dos componentes.Percebemos isso nos vários seminários, participar cooperativamente em trabalhos nos vários ambientes virtuais do curso não é somar uma parte de um trabalho de uma colega com uma parte do meu trabalho.É muito diferente disso.É ser solidário, é cooperar, é organizar e principalmente ter o propósito de solucionar problemas, a busca de sentido de fazer um trabalho bem feito, com prazer e interesse faz toda a diferença,pois entendo que quando você é chamado para participar é porque necessitam de você para colaborar e mais, quando a sua colaboração modifica condutas saberes, no presencial quanto no virtual. Você se compromete ainda mais e passa a contribuir para a solução de problemas.
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O envolvimento pessoal e ação intencional estão no centro deste processo. O fato social ou educativo se constitui no desenvolvimento, permitindo a formação do aluno produtivo e criativo e não apenas capaz de reproduzir. Desta forma nos ambientes construtivistas os estudantes possuem muito mais responsabilidades sobre o gerenciamento de suas tarefas, o professor passa a ser o orientador, cabe a ele cuidar para que os alunos vivenciem situações nas quais possam operar mentalmente, desenvolver a expressão oral e escrita em uma atmosfera de espontaneidade, explorando a natural curiosidade de cada um para que a construção do conhecimento seja de fato realizada.
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Concluímos que tanto a sala de aula, como o espaço de aprendizagem online são espaços extremamente complexos. Para que a construção do conhecimento possa acontecer, as atividades devem ser essencialmente humanizadoras. Cada uma delas deve ajudar o aluno a enfrentar melhor a vida fora da sala de aula. Elas devem favorecer a compreensão e a assimilação. Por isso, independente das técnicas que o professor usa, ele deve estar atento para oportunizar aos alunos situações que lhes permitem comparar, estabelecer relações, classificar, ordenar, situar no tempo e no espaço, analisar, induzir, deduzir, sintetizar, conceituar, provar e justificar.

1 comentários:

Su disse...

Muito bom o teu texto!

Nós professores vivemos brigando com as atividades em grupo. Eu trabalho com a educação física. Na minha disciplina se a pessoa não passar a bola, não sai jogo :) A cooperação é quase instantânea e fácil de ser conseguida (quase).
Esta cultura de colaborar/cooperar não é tão fácil de ser vivenciada numa sociedade que privilegia exacerbadamente o individualismo.
Alunos e professores até são capazes de compartilhar a borracha ou o lápis, mas têm dificuldade de socializar suas idéias e, menos ainda, seus sentimentos.
Trabalhos em grupo são a escola onde, não sem algum sofrimento, podemos aprender a cooperar.
abraço!